Sem pressa, sem vergonha — e com conteúdo que fala da sua vida, não da vida de um personagem de livro.
Primeira aula em 17 de setembro de 2026. Matrículas até 15 de setembro.
Um curso, um aplicativo, aquele livro que ficou na estante. Você começou com vontade e parou quando virou obrigação. Aqui a aula é conversa — e conversa a gente não abandona.
Não é falta de capacidade. É falta de um lugar seguro pra errar. Numa turma reduzida, com mulheres na mesma fase, ninguém está te julgando — todas estão aprendendo junto.
Texto infantil, diálogo sobre a vida de outra pessoa, assunto que não te interessa. Aqui o conteúdo parte do que é relevante pra você: viagem, família, trabalho, cultura, o que você lê e assiste. Você aprende falando das suas coisas.
Do zero ou quase zero. Se você sabe dizer “hello”, você já tem tudo que precisa pra começar.
Não é decorar regra de gramática. É conseguir fazer, em inglês, as coisas que você quer fazer.
Check-in, hotel, restaurante, pedir informação na rua. Você resolve — sem tradutor no celular e sem alguém falando por você.
Falar da sua família, do seu trabalho, da sua história. Fazer perguntas, entender a resposta e continuar o assunto.
O maior ganho não é gramática — é abrir a boca sem travar. Depois de meses falando toda semana, isso vira natural.
Conversa leve em inglês pra aquecer. Sem cobrança e sem chamada oral.
Sempre a partir de algo real: um cardápio, uma canção, um e-mail, um trecho de reportagem.
Dez minutos. Duas horas online sem respirar não funciona pra ninguém.
Em duplas e trios, comigo entrando pra corrigir na hora certa.
Todas têm tempo de falar. Toda aula, sem exceção — é por isso que a turma é reduzida.
A aula parte de material real — um cardápio, um e-mail, uma canção, um anúncio, uma reportagem curta — selecionado e graduado para o seu nível. Você aprende com o inglês que existe no mundo, não com diálogo fabricado de livro didático.
Corrigir bem é escolher a hora. Parte da correção acontece durante a atividade, discretamente, só com você. Parte fica anotada e volta depois para a turma toda, sem apontar quem errou. O objetivo é que o ponto fique aprendido — nunca que alguém se sinta exposta.
Você recebe material de apoio e exercícios para a semana. Sete dias é tempo de sobra para o conteúdo esfriar: é a prática entre as aulas que faz o que você aprendeu numa quinta ainda estar lá na quinta seguinte.
Quatro módulos construídos sobre o Quadro Europeu Comum de Referência (CEFR) — o padrão internacional que define não o que você sabe, mas o que você consegue fazer em cada nível. Ao final, você domina as competências do nível A2: o inglês funcional do dia a dia.
Toda quinta-feira, das 9h às 11h. Começa em 17 de setembro de 2026.
Pausas no fim de ano, no Carnaval, na Semana Santa e em Corpus Christi — o calendário completo vai pra você na matrícula.
25 anos ensinando inglês.
Você não vai cair numa plataforma com professor rotativo. É a mesma professora do começo ao fim do programa — que aprende como você aprende e ajusta a aula pra isso.
Em 25 anos de sala de aula eu ensinei de gente que nunca tinha aberto a boca em inglês a executivo em nível avançado. Sei exatamente onde começa o medo de falar — e o que fazer com ele.
Todo o material das aulas é feito por mim, para esta turma. Nada de apostila genérica comprada pronta.
CPE (C2) e CAE (C1) pela Cambridge · TKT módulos 1, 2 e 3 · Especialização em Língua e Literatura Inglesa (UCS) · Especialização em Educação Transformadora (PUCRS)
Matrículas até 15 de setembro · vagas limitadas
Você precisa ter: computador ou notebook com câmera, fone de ouvido e internet. As aulas não são feitas pelo celular.
Não. A turma é pensada pra quem começa do zero ou quase. Se você já sabe alguma coisa solta, melhor ainda — mas não é requisito nenhum.
Acontece, e tudo bem. Toda aula fica gravada e disponível por 7 dias, então você assiste no seu tempo. E no grupo da turma eu mando o resumo do que a gente viu.
Precisa de computador ou notebook, com fone de ouvido. Pelo celular, não — e não é preciosismo: é o que faz a aula funcionar.
Na tela do computador você vê o rosto de todas as colegas ao mesmo tempo, e ler o rosto de quem fala é metade da compreensão em outra língua. Você também acompanha o material na tela e escreve quando precisa — coisas que, no celular, ou não cabem ou tiram você da conversa.
O fone corta o barulho da casa e melhora muito o que chega no seu ouvido. Num idioma novo, isso é a diferença entre entender e adivinhar. Um fone simples já resolve. E eu te ajudo a deixar tudo configurado antes da primeira aula.
Vai falar — mas nunca de surpresa, e nunca antes de estar pronta. Cada coisa nova percorre sempre o mesmo caminho dentro da aula:
1. Primeiro você ouve, dentro de um texto ou de uma conversa de verdade, sem precisar produzir nada.
2. Depois a gente pratica junto, em voz alta, com a turma toda falando ao mesmo tempo — ninguém em foco.
3. Depois você usa em dupla ou em trio, que é onde acontece a maior parte da prática e onde quase ninguém sente vergonha.
4. Só então a conversa se abre pra turma inteira.
Quando chega a sua vez de falar para todas, você já disse aquilo três vezes. O nervoso da primeira vez ficou lá atrás — e essa ordem não é acaso: é o desenho da aula.
Porque assim o conteúdo pode ser construído pra você. Uma turma que compartilha fase de vida, referências e rotina avança mais rápido: os exemplos fazem sentido, os assuntos interessam de verdade e o ritmo é o de quem tem uma vida inteira acontecendo junto com o curso.
O programa cobre as competências do nível A2 do Quadro Europeu (CEFR) — o inglês funcional do dia a dia: se apresentar, viajar, resolver situações práticas, contar o que aconteceu e manter uma conversa sobre assuntos conhecidos. Não é fluência, e ninguém honesto promete fluência em um programa. É autonomia — e autonomia é o que destrava tudo o que vem depois.
Em 12 parcelas iguais de R$ 400, a partir de setembro. As parcelas continuam iguais também nos meses de pausa do calendário. Me chama no WhatsApp que eu te passo as formas de pagamento e o contrato.
O contrato prevê saída com aviso de 30 dias. Você não fica presa a nada que não esteja funcionando pra você — mas eu vou fazer o possível pra que funcione.
Me chama no WhatsApp e diz só: “quero saber da turma 50+”. A gente conversa quinze minutos, sem compromisso, pra ver se faz sentido pra você.
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